25.2.16

Avenida da Boavista 2008-2016

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Em 2008 o prédio já estava degradado, em 2016 o sítio onde ele esteve não se pode dizer que é bonito.

A foto de 2008 foi-me cedida por João Melo a quem agradeço a gentileza.

24.2.16

Rua da Meditação | 2016

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Continua a haver um "coração da cidade que está doente".



23.2.16

Jazigo da Família de Emílio Biel

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Carl Emil Biel (Annaberg - Baviera, 18/09/1838 - Porto 14/9/1915). Filho de Friedrich Julius Biel e de Wilhelmine Schreiber encontra-se sepultado no talhão não-católico do Cemitério de Agramonte.


22.2.16

Fotografia Universal

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Rua de Cedofeita, 93

O outro dia apercebi-me, pelas traseiras, que o antigo estúdio da Fotografia Universal também já tinha desaparecido. 

Coitado, não teve a mesma sorte que o estúdio do Carlos Relvas na Golegã!


19.2.16

Antigo Liceu / Actual Escola Secundária



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O Liceu D. Manuel II foi elevado a "Liceu Normal" em 1957-58. Os liceus normais eram os estabelecimentos de Ensino Secundário onde os futuros professores efectuavam o seu estágio pedagógico sob a orientação de um Metodólogo. No final do estágio os professores faziam um Exame de Estado.

Para além deste liceu na cidade do Porto existia um em Lisboa (Pedro Nunes) e outro em Coimbra (D. João III).

Na origem deste liceu está o chamado Lyceu Nacional Central da 2.ª Zona Escolar do Porto. No período logo após a implantação da República teve o nome de Rodrigues de Freitas, perdido sob o regime fascista. Após o 25 de Abril ficou com o nome actual de Escola Secundária Rodrigues de Freitas.

As duas fotos foram realizadas quando em janeiro passado fui exercer nas urnas os meus direitos cívicos. Aqui ficam para relembrar aos antigos alunos que nunca mais tiveram a oportunidade de lá entrar.



"A atual Escola Básica e Secundária de Rodrigues de Freitas foi criada em 1906 sob a designação de Lyceu Nacional Central da 2.ª Zona Escolar do Porto.

Inicialmente instalado em instalações provisórias dispersas pela cidade, ocupa desde 1933 o edifício onde se encontra atualmente, junto à Igreja de Cedofeita, inaugurado sob a designação de Liceu de D. Manuel II.

O edifício foi projetado pelo arquiteto José Marques da Silva, com capacidade para 1000 alunos em regime de turno único. A construção decorreu entre 1927 e 1933, embora algumas obras se tenham prolongado até 1939. Entre 1956 e 1958, foi alvo de intervenção segundo projeto do Arqt. Fernandes de Sá, envolvendo a construção de um novo piso de salas de aula no corpo poente, e adaptações nos corpos norte e sul, permitindo uma lotação de 1500 alunos.

A escola é composta por um edifício único, com a fachada principal, cuja implantação se adapta cuidadosamente às características topográficas do terreno. A planta geral, de base quadrangular e de composição simétrica, define quatro corpos e quatro pátios encerrados. O corpo Central, de volumetria dominante e com fachada a confinar diretamente sobre o plano sul da praça Pedro Nunes, desenvolve-se em torno do pátio de maiores dimensões. Evidencia um gosto art deco, legível no desenho dos acessórios e dos ornatos arquitetónicos. Funcionalmente, reflete um longo e continuado processo de adaptação às alterações curriculares e métodos formativos ensaiados ao longo do tempo

No projeto de modernização deste antigo liceu foram criadas condições para que o edifício se adequasse às novas exigências do atual modelo educativo e em simultaneamente acolhesse o Conservatório de Música do Porto. A escola básica e secundária ocupa a ala Nascente do edifício e uma parte dos corpos Norte e Central e o Conservatório a ala Poente do edifício. O corpo central é comum às duas instituições e alberga laboratórios, ginásios, espaços sociais e de aprendizagem informal.

A intervenção implicou reforçar alguns equipamentos e instalações, adaptar espaços para novas atividades, introduzir melhoramentos nos níveis do conforto ambiental hoje exigido e reparar deficiências provocadas pelo cansaço dos materiais ou sua desadequação a essas novas exigências. Pretendeu ainda abrir a escola para a cidade.

Foram ainda criados espaços que podem ser utilizados pela comunidade o que proporciona um enriquecimento e aprofundamento das relações da escola com a cidade reforçando a sua integração urbana e proporcionando um relacionamento mais rico com a comunidade. Contribui, ainda, para a rentabilização económica e social de alguns equipamentos como por exemplo as áreas desportivas, cantina, biblioteca, auditórios e sala polivalente. Estas instalações podem funcionar com uma certa autonomia em relação aos espaços de educação mais formal e possibilitar a sua utilização fora das horas normais de funcionamento das aulas."







Sobre o blogue


1520 artigos publicados.

625973 páginas visitadas desde maio 2010

O blogue ainda não acabou de mostrar imagens e de escrever sobre a cidade.

No décimo aniversário do seu nascimento

18.2.16

Cabines telefónicas úteis?

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Ou simplesmente mobiliário urbano vandalizado?

Pessoalmente penso que nos dias que correm as cabines telefónicas abandonadas só demonstram o estado de incúria nas ruas da cidade.

Úteis para quem? 

Continua a existir um "Porto que me magoa"!

12.2.16

Rua dos Olmeiros

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Como o seu nome e situação o podem indicar também se situa no "Bairro dos Correios" ou no "Bairro de Pereiró"?

É uma pequena artéria que começa na avenida Antunes de Guimarães e termina da rua Furriel Guilherme Dantas.


10.2.16

Praça Afrânio Peixoto

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Ao antigo largo de Pereiró foi atribuído o nome deste médico e escritor brasileiro nascido em 1876 na Baía e falecido em 1947.

Não encontrámos qualquer referência que Afrânio Peixoto tenha morado na freguesia de Ramalde.


Manuel de Sousa Pereira é o autor do busto em bronze do padre Diamantino Gomes que se encontra nesta praça.


7.2.16

Árvore das Virtudes

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A dois de Abril de 1963 teve lugar na terceiro Cartório do Registo Notarial do Porto a escritura de constituição da Árvore - Cooperativa de Actividades Artísticas - SCARL.

Foram dez os outorgantes:

Manuel Pinto

Ângelo de Sousa

Jorge Pinheiro

Carlos Martins

Augusto Carvalho

José Grade

Lima Carvalho

Manuela Delgado

Domingos Pinho

Laureano Ribatua


A Cooperativa de Actividades Artísticas foi o terceiro importante polo cultural a nascer na cidade depois de 1945. Depois do Cineclube do Porto (Clube Português de Cinematografia) em Abril de 1945 e depois do Círculo de Cultura Teatral (T. E. P.) em Fevereiro de 1951.

Apesar das vicissitudes do tempo e do fascismo os três ainda continuam vivos.

Quem disse que a vida associativa na cidade era pobre?