Nasci no Porto. Desde muito jovem percorri ruas e lugares. Frequentei pessoas e acontecimentos. Afastei-me da cidade. Voltei ao lugar onde vi a Luz. Com o passar do Tempo libertei-me de um certo bairrismo. A cidade não é minha, mas eu sou desta terra.
30.6.08
Largo do RIO DA BICA
Localizada aqui
Neste largo teve Iréne Vilar o seu atelier.
Anteriormente teve o nome de Largo das Lavadeiras.
Anteriormente teve o nome de Largo das Lavadeiras.
Rua da ASSUNÇÃO
Fotografia publicada no Flickr
Quando em 1731, a irmandade de N.ª S.ª da Assunção e de S. Filipe de Clérigos Pobres começou a edificar a sua famosa igreja, sob o risco de Nicolau Nasoni, a irmandade, deu ao novo templo a invocação da sua padroeira N.ª S.ª da Assunção. Daí a denominação da rua que lhe ficou a Sul, topónimo, no entanto, que parece se não fixou logo porque o não encontramos mencionado nos registos paroquiais de Sto. Ildefonso, pelo menos até ao ano de 1800. Efectivamente, só por esta época se fez a regularização; antes, era um caminho estreito e íngreme, que não dava passagem senão a peões.»
"Toponímia Portuense" de Eugénio Andrea da Cunha e Freitas
28.6.08
Avenida do BRASIL
"O Salva-Vidas" escultura de Henrique Moreira
Outrora a avenida chamou-se rua de Carreiros.
"Por volta de 1860, a Foz do Douro era pouco mais do que uma aldeia de pescadores. O caminho que daqui levava a Matosinhos chamava-se Estrada de Carreiros. De carreiros certamente por nela transitarem carros de bois, com seus condutores. Em 1930 são aprovados os projectos camarários de embelezamento da Avenida do Brasil; no ano seguinte, concluía-se a obra da «pérgola»..."
"Toponímia Portuense" de Eugénio Andrea da Cunha e Freitas
Casa onde faleceu o poeta António Nobre
«Mário Cláudio reiterou ontem as críticas quanto ao desinteresse da Câmara do Porto em classificar a casa onde morreu António Nobre, na Foz. O escritor mostrou-se surpreendido com o parecer da autarquia que afirma não ser uma prioridade a aquisição do imóvel.
Foi com surpresa que o escritor Mário Cláudio ficou a saber que a casa onde o poeta António Nobre morreu, em 1900, e que se situa no número 531 da Avenida Brasil, não é para a Câmara Municipal do Porto uma prioridade em termos de aquisição ou recuperação do imóvel. A noticia publicada pelo JANEIRO, na passada sexta-feira, dava conta que segundo um parecer técnico pedido pelo vereador da Cultura, Gonçalo Gonçalves, ao Departamento Municipal de Bibliotecas e ao Departamento de Museu e Património Arquitectónico, "o edifício, por si só, não reúne condições que justifiquem a abertura de um processo de classificação". Uma surpresa para o autor de «UrsaMaior» que fez saber que, aquando do descerramento da placa evocativa colocada na casa onde viveu e morreu Guilhermina Suggia, a 27 de Julho deste ano, na Rua da Alegria, falou pessoalmente com Gonçalo Gonçalves sobre a atenção que a edilidade também deveria dar à casa de António Nobre. Segundo Mário Cláudio, "o Sr. Vereador mostrou-se interessado e prometeu contactar-me na semana seguinte para falarmos sobre o assunto, facto que não veio a acontecer. Por isso, é com espanto que agora vejo publicado que afinal o edifício não é uma prioridade da câmara".
Mário Cláudio, que proferiu estas declarações durante uma conferência realizada ontem para assinalar os 140 anos sobre o nascimento de António Nobre [16 de Agosto], organizada pelo Grupo Cultural O Progresso da Foz, acrescentou ainda "aliás, a Câmara não tem prioridades culturais e esta administração conseguiu o milagre de não ter uma única personalidade da Cultura ao seu lado". O escritor portuense aproveitou o encontro para lançar um repto aos cidadãos da cidade para que se manifestem contra este desinteresse, lembrando o protesto dos vizinhos espanhóis contra o abate das árvores no Passeio do Prado, em Madrid, no seguimento do projecto de requalificação da autoria do arquitecto Siza Vieira. "Gostava que existisse um movimento cívico que protestasse junto da Câmara para, no futuro, não vermos esta casa no chão", disse Mário Cláudio que se mostrou também disponível para promover uma conferência de imprensa sobre o assunto e voltou a sugerir a ideia de criar um espaço à semelhança do que aconteceu com a casa Fernando Pessoa, em Lisboa. No final do encontro e, em declarações ao JANEIRO, o autor afirmou que não sabe se o repto sortirá efeito, "pois tudo depende da sensibilidade das pessoas". "Gostava de não ser tão céptico sobre este assunto – continua – e acreditar que há uma maior vontade da autarquia em honrar os compromissos, em projectar o seu nome com alguma dignidade, mas não é isso que está a acontecer.
É uma vergonha ver quem detém um legado tão precioso como é o espólio do poeta não cuidar da modesta casa onde ele morreu".
Ainda para o escritor, são atitudes como estas que levam ao desânimo das pessoas e, por isso, adverte: "A Câmara que não se engane quanto a isto, pois o desânimo das pessoas da Cultura propagasse muito rapidamente ao geral da população que lê as informações que são publicadas e a partir das quais tira as lições que lhes convém ou não. Neste momento, a lição mais fácil a tirar é a de que o Porto é uma cidade desalmada na verdadeira acepção da palavra. Quer dizer uma cidade sem alma".
Perante as declarações de Mário Cláudio, o JANEIRO tentou contactar o vereador do Pelouro da Cultura, Turismo e Lazer, através da assessora de imprensa da autarquia. Contudo, até ao fecho desta edição não foi possível obter qualquer comentário de Gonçalo Gonçalves.
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Intenção
Despertar atenções
Um pouco antes do início do segundo encontro das Conferências do Passeio Alegre, o JANEIRO conversou com Joaquim Pinto da Silva. De acordo com o director do grupo cultural O Progresso da Foz, a intenção destas conversas passa "por falar às pessoas em locais menos institucionais, como é o caso do Nobre Caffé que dista cerca de 30 metros da casa do poeta, e por consequência atrair-lhe a atenção". "Além disso – acrescentou – queremos também obrigar as elites a sair da toca para conviverem com o cidadão comum em torno das colectividades ou em lugares públicos".
Foi com surpresa que o escritor Mário Cláudio ficou a saber que a casa onde o poeta António Nobre morreu, em 1900, e que se situa no número 531 da Avenida Brasil, não é para a Câmara Municipal do Porto uma prioridade em termos de aquisição ou recuperação do imóvel. A noticia publicada pelo JANEIRO, na passada sexta-feira, dava conta que segundo um parecer técnico pedido pelo vereador da Cultura, Gonçalo Gonçalves, ao Departamento Municipal de Bibliotecas e ao Departamento de Museu e Património Arquitectónico, "o edifício, por si só, não reúne condições que justifiquem a abertura de um processo de classificação". Uma surpresa para o autor de «UrsaMaior» que fez saber que, aquando do descerramento da placa evocativa colocada na casa onde viveu e morreu Guilhermina Suggia, a 27 de Julho deste ano, na Rua da Alegria, falou pessoalmente com Gonçalo Gonçalves sobre a atenção que a edilidade também deveria dar à casa de António Nobre. Segundo Mário Cláudio, "o Sr. Vereador mostrou-se interessado e prometeu contactar-me na semana seguinte para falarmos sobre o assunto, facto que não veio a acontecer. Por isso, é com espanto que agora vejo publicado que afinal o edifício não é uma prioridade da câmara".
Mário Cláudio, que proferiu estas declarações durante uma conferência realizada ontem para assinalar os 140 anos sobre o nascimento de António Nobre [16 de Agosto], organizada pelo Grupo Cultural O Progresso da Foz, acrescentou ainda "aliás, a Câmara não tem prioridades culturais e esta administração conseguiu o milagre de não ter uma única personalidade da Cultura ao seu lado". O escritor portuense aproveitou o encontro para lançar um repto aos cidadãos da cidade para que se manifestem contra este desinteresse, lembrando o protesto dos vizinhos espanhóis contra o abate das árvores no Passeio do Prado, em Madrid, no seguimento do projecto de requalificação da autoria do arquitecto Siza Vieira. "Gostava que existisse um movimento cívico que protestasse junto da Câmara para, no futuro, não vermos esta casa no chão", disse Mário Cláudio que se mostrou também disponível para promover uma conferência de imprensa sobre o assunto e voltou a sugerir a ideia de criar um espaço à semelhança do que aconteceu com a casa Fernando Pessoa, em Lisboa. No final do encontro e, em declarações ao JANEIRO, o autor afirmou que não sabe se o repto sortirá efeito, "pois tudo depende da sensibilidade das pessoas". "Gostava de não ser tão céptico sobre este assunto – continua – e acreditar que há uma maior vontade da autarquia em honrar os compromissos, em projectar o seu nome com alguma dignidade, mas não é isso que está a acontecer.
É uma vergonha ver quem detém um legado tão precioso como é o espólio do poeta não cuidar da modesta casa onde ele morreu".
Ainda para o escritor, são atitudes como estas que levam ao desânimo das pessoas e, por isso, adverte: "A Câmara que não se engane quanto a isto, pois o desânimo das pessoas da Cultura propagasse muito rapidamente ao geral da população que lê as informações que são publicadas e a partir das quais tira as lições que lhes convém ou não. Neste momento, a lição mais fácil a tirar é a de que o Porto é uma cidade desalmada na verdadeira acepção da palavra. Quer dizer uma cidade sem alma".
Perante as declarações de Mário Cláudio, o JANEIRO tentou contactar o vereador do Pelouro da Cultura, Turismo e Lazer, através da assessora de imprensa da autarquia. Contudo, até ao fecho desta edição não foi possível obter qualquer comentário de Gonçalo Gonçalves.
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Intenção
Despertar atenções
Um pouco antes do início do segundo encontro das Conferências do Passeio Alegre, o JANEIRO conversou com Joaquim Pinto da Silva. De acordo com o director do grupo cultural O Progresso da Foz, a intenção destas conversas passa "por falar às pessoas em locais menos institucionais, como é o caso do Nobre Caffé que dista cerca de 30 metros da casa do poeta, e por consequência atrair-lhe a atenção". "Além disso – acrescentou – queremos também obrigar as elites a sair da toca para conviverem com o cidadão comum em torno das colectividades ou em lugares públicos".
Goreti Teixeira
in "O Primeiro de Janeiro"»
Sobre a casa onde faleceu António Nobre pode também ler o blog Guilhermina Suggia
26.6.08
Pátio do BOLHÃO
Fotografia localizada e publicada no Flickr
«Bolhão significa uma bolha grande, um borbotão de água. E na verdade a origem do topónimo está numa grande nascente de água que existia - e naturalmente existe - no próprio local onde hoje se ergue o mercado. Ali, havia, ainda há menos de dois séculos, um grande lameiro, terras alagadiças, junto a uma quinta de que eram directos senhorios os condes de S. Martinho. É de 1741 a primeira referência que conhecemos ao Sitío do Bolhão. Em 1837 a Câmara decidiu instalar ali um mercado, mas as respectivas barracas só começaram a edificar-se em 1851, «com duas frentes alinhadas a todo o correr da praça» como nos informa Horácio Marçal num dos seus curiosos artigos d'O Tripeiro (1967)....»
"Toponímia Portuense" de Eugénio Andrea da Cunha e Freitas
CARTOGRAFIA PORTUENSE
«Na mesma altura em que foi levantado o Cerco do Porto, que ocorreu em 1832 e 1933, o oficial inglês W.C. Clarke, que julgo ter participado nos combates integrado nas tropas fiéis ao ideário liberal de D. Pedro IV, desenhou uma planta topográfica da Cidade Invicta que nos dá uma ideia muito nítida do que era o município naquele tempo intermédio entre as épocas almadina e camiliana a que já tivemos a oportunidade de nos referir.
Analisado em detalhe esse mapa, fácil é chegar à conclusão de que naquela época o território - ao contrário dos nossos tempos - era escassamente urbanizado, com os seus limites ocidental e oriental fixados, respectivamente, no Lugar da Torre da Marca, onde hoje se encontra o Palácio de Cristal; e no Prado do Repouso, hoje cemitério municipal mas, por aquele tempo, local de vilegiatura dos senhores bispos do Porto. Entre esses dois pontos, o casario estendia-se pelas cercanias da Igreja de Cedofeita, do Campo Pequeno e da Rua da Carvalhosa, ainda a ocidente; da Lapa e Fontinha, a norte; e das ruas de S. Vítor e da Alegria, a oriente.
Triunfante como D. Pedro IV, o Rei Soldado, a burguesia portuense se encarregaria de mudar este estado da coisas. Conforme refere Gaspar Martins Pereira no livro que temos vindo a citar amiudadamente dada a valia das informações que ele colocou à disposição de todos aqueles que se interessam pela história da nossa cidade, o Porto tinha 10 anos depois da obra de W.C. Clarke, um pouco mais de 60 mil habitantes, incluindo os arrabaldes. Ou seja, a mesma que contava nos finais do século XVIII, mas que, na segunda metade de Oitocentos, vai conhecer um notável incremento que é atestado pelos censos da população de 1864, 1878 e 1890, que registam 90 mil, 110 mil e 150 mil habitantes, respectivamente.
Aceitando o convite de Gaspar Martins Pereira consultamos a planta da cidade do Porto, publicada por Perry Vidal em 1865 para ver assinaladas já as mudanças necessárias ao engrandecimento do Porto. Lá aparecem o Palácio de Cristal e a Alfândega do Porto, cuja construção se iniciara em 1860, sobre o areal de Miragaia. Lá se vê o Palácio da Bolsa, da todo-poderosa Associação Comercial do Porto, que vinha sendo construído desde 1842 nos escombros do Convento de S. Francisco mas ainda sem a maravilha da ferro e de vidro que é o Pátio das Nações. É também por essa altura que são construídos outros edifícios públicos ou privados de relevante interesse para o Porto como é o caso do Teatro Baquet, na Rua de Santo António e do rico palacete dos Pinto Leite no Campo Pequeno. Fora deste limite, o povoado é, no entanto, disperso ou, então concentrado junto das vias de penetração da cidade - e mesmo no interior da cidade ainda é possível a existência de grandes propriedades como a Quinta de Santo Ovídio, dos Condes de Resende, junto à que é hoje conhecida por Praça da República.
Voltaremos a referirmo-nos este lento crescer da cidade em outros textos. Por agora queremos chamar a atenção dos nossos leitores para um opúsculo intitulado "Viver o Porto" editado em 1993 pela Câmara do Porto quando da apresentação pública - realizada no Rivoli-Teatro Municipal - do Plano Director (revisão do Plano Auzelle) cuja autoria se ficou a dever a uma equipa técnica coordenada pelo prof. arqº Duarte Castel-Branco. Logo a abrir esse pequeno documento, podem apreciar-se dois mapas - um de 1833, precisamente o de W.C. Clarke, a que nos referimos; e outro tirado do espaço, de algum satélite artificial. Nada é mais concludente quanto ao explosivo crescimento que o Porto "sofreu" em pouco mais de 150 anos a cidade, para o bem e para o mal, ocupou todo seu território, de tal ordem que já não há expansão possível. Quanto muito reabilitação...»
Analisado em detalhe esse mapa, fácil é chegar à conclusão de que naquela época o território - ao contrário dos nossos tempos - era escassamente urbanizado, com os seus limites ocidental e oriental fixados, respectivamente, no Lugar da Torre da Marca, onde hoje se encontra o Palácio de Cristal; e no Prado do Repouso, hoje cemitério municipal mas, por aquele tempo, local de vilegiatura dos senhores bispos do Porto. Entre esses dois pontos, o casario estendia-se pelas cercanias da Igreja de Cedofeita, do Campo Pequeno e da Rua da Carvalhosa, ainda a ocidente; da Lapa e Fontinha, a norte; e das ruas de S. Vítor e da Alegria, a oriente.
Triunfante como D. Pedro IV, o Rei Soldado, a burguesia portuense se encarregaria de mudar este estado da coisas. Conforme refere Gaspar Martins Pereira no livro que temos vindo a citar amiudadamente dada a valia das informações que ele colocou à disposição de todos aqueles que se interessam pela história da nossa cidade, o Porto tinha 10 anos depois da obra de W.C. Clarke, um pouco mais de 60 mil habitantes, incluindo os arrabaldes. Ou seja, a mesma que contava nos finais do século XVIII, mas que, na segunda metade de Oitocentos, vai conhecer um notável incremento que é atestado pelos censos da população de 1864, 1878 e 1890, que registam 90 mil, 110 mil e 150 mil habitantes, respectivamente.
Aceitando o convite de Gaspar Martins Pereira consultamos a planta da cidade do Porto, publicada por Perry Vidal em 1865 para ver assinaladas já as mudanças necessárias ao engrandecimento do Porto. Lá aparecem o Palácio de Cristal e a Alfândega do Porto, cuja construção se iniciara em 1860, sobre o areal de Miragaia. Lá se vê o Palácio da Bolsa, da todo-poderosa Associação Comercial do Porto, que vinha sendo construído desde 1842 nos escombros do Convento de S. Francisco mas ainda sem a maravilha da ferro e de vidro que é o Pátio das Nações. É também por essa altura que são construídos outros edifícios públicos ou privados de relevante interesse para o Porto como é o caso do Teatro Baquet, na Rua de Santo António e do rico palacete dos Pinto Leite no Campo Pequeno. Fora deste limite, o povoado é, no entanto, disperso ou, então concentrado junto das vias de penetração da cidade - e mesmo no interior da cidade ainda é possível a existência de grandes propriedades como a Quinta de Santo Ovídio, dos Condes de Resende, junto à que é hoje conhecida por Praça da República.
Voltaremos a referirmo-nos este lento crescer da cidade em outros textos. Por agora queremos chamar a atenção dos nossos leitores para um opúsculo intitulado "Viver o Porto" editado em 1993 pela Câmara do Porto quando da apresentação pública - realizada no Rivoli-Teatro Municipal - do Plano Director (revisão do Plano Auzelle) cuja autoria se ficou a dever a uma equipa técnica coordenada pelo prof. arqº Duarte Castel-Branco. Logo a abrir esse pequeno documento, podem apreciar-se dois mapas - um de 1833, precisamente o de W.C. Clarke, a que nos referimos; e outro tirado do espaço, de algum satélite artificial. Nada é mais concludente quanto ao explosivo crescimento que o Porto "sofreu" em pouco mais de 150 anos a cidade, para o bem e para o mal, ocupou todo seu território, de tal ordem que já não há expansão possível. Quanto muito reabilitação...»
Jorge Vilas
Avenida da FRANÇA
Localizada aqui
«Uma das radiais da Rotunda da Boavista, que se abriram no início do último quartel do séc. XIX, e que conduzia à famosa Quinta da Prelada. Parte dela pelo menos foi antes chamada Rua das Pirâmides (1877) em referência aos obeliscos (actualmente encontram-se no Jardim do Passeio Alegre) que assinalavam a entrada para aquela referida quinta que estavam no seu extremo.»
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