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19.2.15

Museu da Imprensa

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Para além do Museu Soares dos Reis existe outro museu nacional na cidade do Porto.

Muitos portuenses pensam que a cidade acaba já ali na estrada da Circunvalação, mas não. Uma parte de Campanhã é do outro lado da estrada N 12. Este museu fica à beira da estrada N 108 que segue dentro da cidade até à Foz (do Douro). 


19.11.14

Campanhã

ceres


Enquanto esperava pelo comboio...




22.4.14

Cinema no Palácio do Freixo

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Em 2004 e 2005 houve exibição de filmes (em película) nos jardins do Palácio do Freixo durante o Verão.

Tive a sorte de poder registar a preparação do evento. 


11.10.13

Ilha (ou bairro) | Campanhã

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(Entre a rua Padre António Vieira e a rua Miraflor)




Ao passar por ali, ao ver isto, lembrei-me do tempo que passado (1975) com as pessoas da Comissão de Moradores de Justino Teixeira.


9.10.13

Rua Padre António Vieira

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Breve cronologia do Padre António Vieira:

1608: A 6 de Fevereiro, nasce em Lisboa António Vieira. 

1614: Aos 6 anos parte para o Brasil, com família; seu pai fora nomeado escrivão da Relação na Baía. 

1623: Aluno do Colégio dos Jesuítas na Baía, sente vocação religiosa. 

1624: Os holandeses ocupam a cidade; os jesuítas, com Vieira, refugiam-se numa aldeia do sertão. 

1633: Prega pela primeira vez. 

1635: É ordenado sacerdote, é Mestre em Artes e exerce a função de pregador. 

1638: Pronuncia nos anos seguintes alguns dos seus mais notáveis Sermões. 

1641: Parte para Portugal na embaixada de fidelidade ao novo rei; é preso em Peniche no desembarque; torna-se amigo e confidente de D. João IV. 

1642: Prega na Capela Real; publica um sermão avulso. 

1643: Na "Proposta a El-Rei D. João IV "declara-se favorável aos cristãos novos e apresenta um plano de recuperação económica. 

1644: Nomeado pregador régio. – 1646: Inicia actividade diplomática indo à Holanda. 

1647: Vai a França e fala com Mazarino. 

1648: Emite um parecer sobre a compra de Pernambuco aos holandeses; defende a criação da província do Alentejo. 

1649: É ameaçado de expulsão da Ordem dos Jesuítas, mas D. João IV opõe-se. 

1650: Vai a Roma, para contratar o casamento de D. Teodósio. 

1652: Parte para o Brasil como missionário no Maranhão. 

1654: Sermão de Santo António aos peixes; embarca para Lisboa a fim de obter novas leis favoráveis aos índios. 

1655: Prega na capital, entre outros, o Sermão da Sexagésima; regressa ao Maranhão com as novas leis. 

1659: Escreve Esperanças de Portugal - V Império do mundo. 

1661: É expulso, com os outros jesuítas, do Maranhão, pelos colonos. 

1662: Golpe palaciano que entrega o governo a D. Afonso VI; desterro no Porto. 

1663: Desterro para Coimbra; depõe no Santo Ofício sobre a sua obra Esperanças de Portugal. 

1664: Escreve a História do Futuro; adoece gravemente. 

1665: É preso pela Inquisição, depois mantido em custódia. 

1666: Entrega a sua defesa ao Tribunal; é interrogado inúmeras vezes. 

1667: É lida a sentença que o priva da liberdade de pregar; D. Afonso VI é afastado do trono. 

1668: É mantido em custódia em Lisboa; pazes com Castela; é amnistiado, mas impedido de falar ou escrever sobre certas matérias. 

1669 - Chega a Roma, prega vários Sermões que lhe dão grande notoriedade na Corte Pontifícia e na da Rainha Cristina; combate os métodos da Inquisição em Portugal; defende novamente os cristãos novos. 

1675: Breve do Papa que louva Vieira e o isenta da Inquisição; regressa a Lisboa. 

1679: Sai o primeiro volume dos Sermões; recusa o convite da Rainha Cristina para seu confessor. 

1681: Volta à Baía e aos trabalhos de evangelização. 

1683: Intervém activamente na defesa de seu irmão, Bernardo. 

1688: É nomeado Visitador Geral dos Jesuítas no Brasil.

1691: Resigna ao cargo por força da idade e da falta de saúde. 

1697: Morre na Baía, a 18 de Julho, com 89 anos.

Pode continuar a ler em "Vidas Lusófonas".


8.10.13

Rua de Miraflor


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Pelos vistos é um nome que foi alterado através dos tempos.

Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas na sua obra "Toponímia Portuense" escreve: 

"Está errado o topónimo de Rua e Travessa de Miraflor, em Campanhã. A denominação certa é Miraflores. Assim consta de uma velha escritura de troca, datada de 1341, pela qual o Cabido do Porto, adquiriu esta quinta ao abade de Campanhã, Pedro Lourenço, a troco da vizinha da Barraguina..."


23.10.12

Rua de PINTO BESSA

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Outrora existiu nesta artéria da cidade um cinema era o Odéon Cine-Teatro.

Deu o nome a esta larga artéria que liga a estação de Campanhã à igreja do Bonfim:

Francisco Pinto Bessa (Lordelo do Ouro, 6 de Fevereiro de 1821 - Porto, 4 de Maio de 1878) foi um dos sócios fundadores da Sociedade do Palácio de Cristal e vereador da Câmara Municipal do Porto em 1866, tornando-se seu presidente no ano seguinte. Durante o seu mandato foram abertas a Rua Nova da Alfândega, a Rua de Sá da Bandeira, a Rua Mousinho da Silveira, a Rotunda da Boavista, inaugurada a Ponte D. Maria, entre tantos outros empreendimentos. Em 1868 foi eleito membro do Parlamento, cargo que acumulou com a presidência da Câmara, em sucessivas eleições, até ao seu falecimento a 4 de Maio de 1878.

O blogue Porto Antigo fornece-nos mais algumas indicações sobre este cidadão que fez fortuna no Brasil. 


17.10.12

Estação de Campanhã

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A Estação de Campanhã foi inaugurada em 20 de Maio de 1875, como ponto inicial da Linha do Minho, até Braga.

Em 1902, um tabuleiro metálico foi instalado na Rua da Noeda, com o propósito de expandir as instalações desta estação.

Apesar da sua elevada importância como interface ferroviária principal do Porto, situava-se demasiado longe do centro da cidade, situação que prejudicava o transporte de passageiros e mercadorias; ainda assim, em 1893, passavam, pela Estação, cerca de 750 mil viajantes, e foram movimentadas cerca de 600 mil toneladas de carga. Por esse motivo, decidiu-se construir a Estação de São Bento, no centro da cidade, que entrou ao serviço em 7 de Novembro de 1896.

A Estação incluía, originalmente, infra-estruturas de apoio ao material circulante; no entanto, estas facilidades tornaram-se insuficientes para as necessidades, pelo que, em 1903, foi aprovado o projecto para uma estação em Contumil, para auxiliar Campanhã na prestação de apoio técnico, e servir de entroncamento entre as Linhas do Minho e Circunvalação do Porto.

Em 1932, foi montado um sistema de sinalização eléctrica nesta estação, e, no ano seguinte, foram efectuados melhoramentos na toma de água e foi aprovada a construção de muros de suporte, uma ligação entre plataformas, e duas placas baixas para o descarregamento de mercadorias, além da instalação de sinalização no lado Norte da estação; em 1934, é aprovada a instalação de um telefone e de uma campainha de chamada em cada plataforma da estação.

Em 1971, esta interface passou a deter um serviço directo de ligação com a cidade espanhola de Corunha, cujo percurso, no ano seguinte, foi reduzido para Vigo.




16.10.12

Travessa de MIRAFLOR

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A denominação certa é Miraflores. Assim consta de uma velha escritura de troca, datada de 1341, pela qual o Cabido do Porto, adquiriu esta quinta ao abade de Campanhã, Pedro Lourenço, a troco da vizinha da Barraguina...>

"Toponímia Portuense" de Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas





15.7.12

Museu Nacional da Imprensa

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Um museu periférico! Quase desconhecido. Gratuito e que merece ser visitado pelo menos uma vez na vida. Actualmente uma exposição temporária que dá para reflectir sobre o que se passa no mundo.

23.4.08

Avenida 25 de ABRIL

24|04|08

Fotografia publicada e localizada no Flickr


"A Queda da PIDE na cidade do Porto"

Testemunhos
Crónica do Dr. Arnaldo Mesquita


"Poucos o saberão hoje e por isso o recordo aqui: Os três últimos presos políticos a serem libertados das garras e das cadeias da PIDE (DGS) no Porto, não no dia 25 mas já no dia 26 de Abril de 1974 - fez agora 33 anos! - foram um jovem comunista, chamado Jorge Pisco, de condição trabalhadora, que se havia destacado numa manifestação popular anterior enfrentando os policias (PIDE e PSP), que no decurso dela o pretenderam prender; eu próprio, seu advogado com procuração junta ao respectivo processo; e Óscar Lopes, o bem conhecido pensador, escritor, professor e ensaísta, meu querido camarada do PCP, então membro destacado (e abnegado) da tão necessária, útil (e valiosa) Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, felizmente hoje ainda vivo (e que o seja por muitos anos).
Já vos direi algo sobre o insólito de tudo isto. Por agora devo lembrar o que também nem todos saberão ou terão presente.


A queda do fascismo, na cidade do Porto, apenas se consumou no dia 26 de Abril de 1974, já com as massas populares a movimentarem-se e a manifestarem-se publicamente, assim forçando quer à rendição da famigerada PIDE (DGS), então aqui chefiada pelo depois muito falado Rosa Casaco, quer à semi- neutralização da PSP sob comando de Santos Júnior (coronel), de triste memória, celebrizado pelas malfeitorias das suas brigadas, bem conhecidas, porque especializadas em reprimir sobretudo as manifestações populares. Quanto ao Rosa Casaco (a quem eu já conhecia desde 1959, da tortura do sono por mim sofrida na sede da PIDE, em Lisboa) tinha sido escolhido depois, pelo próprio Salazar (o ditador, seu Chefe Supremo), para chefiar a brigada que atraiu Humberto Delgado a uma armadilha no Sul de Espanha e ali o assassinou).


Rosa Casaco encontrava-se então no Porto a frente da delegação da PIDE, (que Marcelo Caetano havia crismado de D.G.S)., e era secundado nisso por um tal Dr. Cunha, igualmente muito conhecido como dirigente local (e superior) dessa sinistra organização de malfeitores, torcionários e assassinos profissionais a mando dos dois, in loco.


Ora bem: Quando se tornou claro que o histórico levantamento dos militares de Abril havia triunfado em Lisboa, a multidão dos populares começou também a manifestar-se, embora de início ainda timidamente, nas ruas do Porto, concentrando-se, sobretudo de tarde, na Praça da Liberdade, na Avenida dos Aliados e ao redor delas.


Pela minha parte, deixei o meu filho mais velho na Praça da Liberdade e fui observar o que se passava com a PIDE/DGS, na sua delegação, à Rua do Heroísmo, constatando dali que o edifício estava com as portas e as janelas praticamente todas cerradas, embora com algumas sombras por detrás das mesmas, a espiar.


Junto dele não se via avistava ninguém. Literalmente, ninguém.
Concluí que a rendição (inevitável) daqueles miseráveis apenas se daria no dia (ou dias) seguintes e assim veio a acontecer de facto, no dia 26.


Quando nesse dia, seriam 8 horas, lá cheguei de novo, já as Forças Armadas estavam no interior do edifício e a multidão expectante, na rua, crescia momento a momento.
Juntei-me a um grupo de camaradas meus. Recordo alguns: Virgínia de Moura, Óscar Lopes, Papiniano Carlos, Olívia Vasconcelos. Ficamos todos junto do portão da entrada de serviço, a aguardar (e a influenciar também, na medida do possível, os soldados do MFA que ali estavam).

Em face das nossas insistências, passado já um tempão, permitiram por fim que entrássemos alguns: Virgínia de Moura (de todos bem conhecida e logo aplaudida); Óscar Lopes, idem: quer por si quer como membro da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos; e eu próprio, como advogado do Jorge Pisco, último preso político que a parte, mais retrógrada, dos militares ali presentes queria manter preso! Diziam estes (spinolistas) que não devia ser libertado, porque ele resistira à prisão defendendo-se, no acto dela!


Portanto era um preso de direito comum e não um politico, assim seguindo eles na mesma esteira da argumentação pidesca!
Tanto quanto pude perceber, o comandante dos militares que tal sustentavam, que teria negociado a rendição e que para isso teria sido destacado, era um coronel (ou major?) de seu nome Azeredo, que depois foi muito falado, nas voltas e reviravoltas do processo libertador; e que os jovens militares do MFA com quem falei, aliás, logo apontavam como spinolista ferrenho.


O qual não permitia, pois, a libertação do Jorge Pisco porque agressor da "autoridade", segundo o dissera a própria PIDE! E quiçá a PSP!
Claro, que nem eu nem Óscar Lopes, de modo nenhum podíamos concordar com isso e foi o cabo dos trabalhos:
Ficamos os três presos dentro do próprio edifício, enquanto sorrateiramente, quase sem nos darmos conta disso, os demais presos políticos já estavam em liberdade!


E (pasme-se!): os próprios PIDES em vias de o ser também.
Abro aqui um parêntesis: Logo à entrada, denunciei aos militares o famigerado inspector "Dr. Cunha" (que continuava armado, com as armas escondidas nos bolsos, e que só então foi, pressuroso, ao ver-nos, entregá-las a um militar).


Tal como denunciei o Rosa Casaco, indicando-os a ambos como responsáveis principais dos muitos crimes ali cometidos, e frisando bem que podia testemunhar, pessoalmente, quer a tortura do sono por mim sofrida anos antes, quer, como advogado, a tortura sofrida pelos outros presos às ordens do primeiro (Rosa Casaco) e do segundo (Dr. Cunha). Mas debalde o fiz.


Como que à socapa, passado pouco tempo e quase sem nos darmos conta disso, também os PIDES foram metidos em camiões, e retirados dali.
Soube-se mais tarde que vieram a ser soltos todos, imagine-se! para os lados da Maia nos arredores da cidade do Porto.


E assim ali ficamos nós - eu, Óscar Lopes e Jorge Pisco - guardados pelos militares, quais presos políticos de última hora, fechados no soturno edifício.


Fomos fotografados até, por um repórter que entretanto devia ter conseguido entrar, ao meio da tarde. Finalmente, meteram-nos num veículo militar e conduziram-nos ao Quartel General, aonde um jovem graduado do MFA, indignado com o que lhe contámos, nos mandou em paz depois de nos informar que os PIDES não se encontravam nem haviam passado por ali! Desconhecendo ele o seu paradeiro.


E assim, Rosa Casaco, o torcionário e assassino chefe da brigada que matou Humberto Delgado, etc, etc., pôde ir tratar da rica vidinha, para Espanha, como qualquer inocente cidadão deste país, até que a prescrição o salvasse!


No tocante ao "Dr. Cunha", este até teve a "lata" de tentar inscrever-se como advogado na respectiva Ordem, o que não conseguiria. Aliás, seguindo o exemplo doutros fascistas notórios, das altas esferas, ministros incluídos, que o conseguiram!


E pronto. Fico-me por aqui, por agora.
Não posso porém deixar de recordar (ainda que de passagem) o espectáculo empolgante que foi, sobretudo na Baixa do Porto, o 1.º de Maio de 1974, com a multidão de larguíssimas centenas e centenas de milhares e milhares de pessoas a gritarem Vivas à Liberdade a ao M.F.A! Espectáculo inesquecível, ainda hoje a merecer outra crónica, inclusive pelo que viria a acontecer anos depois, mormente em 1982, noutro 1.º de Maio (sangrento e vergonhoso) por obra da direita, em que ali perderam a vida dois trabalhadores.


Por agora envio apenas, em anexo, com vista, se possível, à desejável publicação, o poema que no entretanto escrevi e publiquei sobre o 1.º de Maio de 1973, último anterior à queda do fascismo português (ou seja, deste mesmo que agora tenta erguer de novo a cabeça e tenta criar falsamente saudades dessoutro tempo maldito, do sumo poder do grande capital explorador, que, também ele, cada vez mais, levanta a cabeça para nos sugar a todos.
Mas que não podemos deixar (nem deixaremos) que volte como antigamente!


E também por isso (benvinda seja a próxima greve geral, anunciada para o próximo dia 30).
Que os trabalhadores, de novo tão prejudicados, de novo avancem decididos, no seu protesto, geral e à escala de todo o Pais.
E que a maioria PS da Assembleia da República desperte finalmente! Que não continuem a repetir-se aqui os bem conhecidos erros do passado cometidos cá e lá fora.
Acabe-se com o retrocesso!
Atenda-se a quem trabalha!
Combatam-se, sim, seriamente, os grandes exploradores, os do grande capital, e dos seus grandes grupos económicos, nos seus chorudos lucros, juros e dividendos!
E para isso, defenda-se a Liberdade que em 1974 Abril nos trouxe e o 1.º de Maio mais confirmou!"

Crónica publicada no semanário Terras Vale do Sousa - Lousada



Texto encontrado aqui: Pimenta Negra


OBSERVAÇÃO:

No meu trabalho de pesquisa na internet, reparei que a página da Toponímia do Município ignora que esta avenida existe. Pode verificar no "Portal" da Câmara Municipal do Porto.


11.3.08

Rua JUSTINO TEIXEIRA


fábrica


Fotografia publicada e localizada no Flickr


No Roteiro de 1933 aparece como Rua Nova da Estação.

Foi a única indicação que eu encontrei sobre o senhor Justino Teixeira e sobre esta rua que parece muribunda.


Praça das FLORES

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Fotografia publicada e localizada no Flickr

A Praça das Flores- Foi Campos de Godim no tempo das Invasões Francesas, depois Largo do Fôjo (Roteiros de 1891 ) Praça das Flores ( Roteiro de 1903 ) e Praça do Dr. Pedro Teotónio Pereira (ofº nº 25/41 e despacho da Presidência de 14/11/1945). Voltou novamente a ser Praça das Flores em 1 de Janeiro de 1980. (Arquivo da Toponímia)


10.3.08

Rua da FORMIGA

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Fotografia publicada e localizada no Flickr

Um registo de óbito da freguesia de Campanhã refere-se à aldeia da Formiga, em 1664: não temos, por ora, mais antiga notícia dela. ("Toponímia Portuense" de Eugénio Andrea da Cunha e Freitas)