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29.8.17

Na Travessa do Carregal

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5.8.17

Cordoaria - 2017

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16.6.17

Travessa de Cedofeita - 2017 - 2

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Ontem passei por lá e reparei que a "Marquesinha" estava encerrada. 

No início dos anos sessenta era uma papelaria ou quiosque, como se chamava na altura. Vendia cadernos e mais artigos de papelaria, valores selados, tabaco, jornais e revistas. Também vendia envelopes, postais e selos. Era lá que eu comprava as esferográficas e os cadernos, mais tarde os "Mundo de Aventuras" e outras histórias aos quadradinhos. Também papel selado e folhas de papel Almaço. Mais tarde foi o meu fornecedor de tabaco e ali também alimentava o meu TMN e o meu Andante. 

Cada vez tinha menos clientes encostados ao longo balcão. Um dia foi retirado o marco de correio que se encontrava quase diante da porta.

Agora já nem de porta precisa.

Os vizinhos e os fregueses ficaram mais desamparados. 

 

11.6.17

Travessa de Cedofeita 2017

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Há meses atrás saiu desta loja um dos alfarrabistas do chamado "Bairro dos Livros".

Passei lá e reparei que a cultura tinha sido substituída por "evaporações nocturnas". 

9.6.17

Música na rua do Almada

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Naquela rua estreita onde os metais eram a principal actividade existia e ainda existe uma loja de instrumentos de música. Só não posso afirmar que ainda construam instrumentos. 

 

8.6.17

Os irmãos Lumière na rua José Falcão

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Para relembrar a sala de projecção que outrora existiu neste prédio?

Sobre os dois irmãos pode saber mais aqui. O artigo é bastante sumário e aconselho a leitura do mesmo em Francês pois é mais completo.

 

28.4.17

2017 - Interiores - Café Ceuta

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Ainda quase no seu estado original. A visitar antes que mude de visual. Café inaugurado quando da abertura da rua com o mesmo nome no início dos anos 50. 

20.4.17

Evolução entre 2015 e 2017

Antes era assim


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Agora ficou assim

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Parece que não mas as coisas mudam. 

A Casa Oriental já não vende nem café nem bacalhau.

Os turistas não reparam nem param para comprar frutas ou enchidos. Os vizinhos também já não entram. 

A globalização não trouxe nada de novo. 

5.4.17

Livraria / Alfarrabista - Rua da Fábrica

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Não só nesta terra os bustos dos poetas são raptados.

Os alfarrabistas também desaparecem.  

O hotel vizinho necessitava de uma entrada de serviço! Porta nova e que se lixem os comércios.

E os livros? Onde irão morrer os livros?   

Haverá por aí um Pepe Carvalho com vontade de acender lareiras em fins de tarde de Outono? 

 

4.4.17

Menos um!

Menos um busto na cidade



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A semana passada passei por ali e reparei que o busto do autor do Só tinha desaparecido.

Não fui o único a notar o que tinha acontecido.

O Carlos Romão na sua Cidade Deprimente já tinha assinalado o acontecido. Ele e mais ninguém. 

Depois vieram à baila as pessoas da dita "comunicação social" que felizmente também se passeiam pelos blogues. 

Depois, também, a autarquia saiu do seu silêncio e informou que o Busto em Bronze do António Nobre já lá não estava desde o passado Janeiro.

Fiquei triste. Serei o único que lamenta tal coisa?

Em alguns meses foi o António Nobre na Cordoaria e o Raul Dória no Largo do Dr. Tito Fontes que desapareceram.

Que fazer? O que nos dizem os autarcas e a polícia? Terão ido parar a uma fundição ou encontram-se numa colecção?

De certeza alguns portuenses (e não só) gostariam de saber.


29.1.17

Largo Moinho de Vento - 2017

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No mês passado tinha deixado aqui outra imagem quando esta parede, agora com um painel de Joana de Vasconcelos, estava em remodelação.