Mostrar mensagens com a etiqueta Arte Pública. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte Pública. Mostrar todas as mensagens

9.10.17

Jardim Dr. Francisco Sá Carneiro

2017_273


Escultura de Gustavo Bastos. 

A praça onde se situa este jardim também é conhecida por Praça Velasques.




10.8.17

Busto de Joaquim Guilherme Gomes Coelho

2017_203




Caro leitor se deseja saber mais sobre este médico que ficou também conhecido pela sua actividade de escritor pode consultar esta página

Se procura saber onde se encontra este busto em bronze o mais simples será procurar na coluna da direita onde se encontra o Largo Professor Abel Salazar na cidade. 


16.7.17

Cinema Batalha - Arte Pública

flora




relevo batalha




Américo Soares Braga foi o autor do baixo-relevo que se encontra na fachada.

Arlindo Rocha realizou a Flora que se encontrava num recanto do acesso ao primeiro balcão.  

Há muito tempo que escrevo que são necessários roteiros da cidade para que os portuenses possam melhor apreciar os locais por onde passam. Só posso louvar a iniciativa da actual equipa municipal por ter lançado ultimamente um roteiro sobre a Arte Pública no Porto. Também li que outros temas seguirão. 
Um dia destes passarei num Posto de Turismo para procurar um exemplar. Também seria pertinente que essas roteiros estivessem disponíveis nas Juntas de Freguesia, não acham?



 

8.6.17

Os irmãos Lumière na rua José Falcão

2017_158




Para relembrar a sala de projecção que outrora existiu neste prédio?

Sobre os dois irmãos pode saber mais aqui. O artigo é bastante sumário e aconselho a leitura do mesmo em Francês pois é mais completo.

 

1.6.17

Abel Salazar - Escultura

2017_154


Esta escultura encontra-se no jardim Carrilho Videira.

Aqueles que desejarem saber mais sobre o médico e artista podem consultar esta página

Alguns dados sobre Carrilho Videira encontram-se aqui.

 

4.4.17

Menos um!

Menos um busto na cidade



2017_069



A semana passada passei por ali e reparei que o busto do autor do Só tinha desaparecido.

Não fui o único a notar o que tinha acontecido.

O Carlos Romão na sua Cidade Deprimente já tinha assinalado o acontecido. Ele e mais ninguém. 

Depois vieram à baila as pessoas da dita "comunicação social" que felizmente também se passeiam pelos blogues. 

Depois, também, a autarquia saiu do seu silêncio e informou que o Busto em Bronze do António Nobre já lá não estava desde o passado Janeiro.

Fiquei triste. Serei o único que lamenta tal coisa?

Em alguns meses foi o António Nobre na Cordoaria e o Raul Dória no Largo do Dr. Tito Fontes que desapareceram.

Que fazer? O que nos dizem os autarcas e a polícia? Terão ido parar a uma fundição ou encontram-se numa colecção?

De certeza alguns portuenses (e não só) gostariam de saber.


29.1.17

Largo Moinho de Vento - 2017

2017_021



No mês passado tinha deixado aqui outra imagem quando esta parede, agora com um painel de Joana de Vasconcelos, estava em remodelação.


11.1.17

Teatro Carlos Alberto (TeCA) - 2016

2017_011




2017_012




2017_013




2017_014




O interregno de doze anos que mediaram o incêndio do Real Teatro de São João (1908) e a entrada em funcionamento do novo Teatro de São João (1920) constituiu uma janela de oportunidades que os outros teatros da cidade não desprezaram. Todos eles realizaram obras de melhoramento, competindo entre si para temporariamente ocupar o lugar do único “teatro de primeira ordem” da cidade. O Teatro Carlos Alberto foi um deles. O seu nome evoca o rei da Sardenha que morreu exilado no Porto, em 1849, e que tinha sido acolhido no Palacete do Barão do Valado, em cujo jardim o teatro foi edificado por iniciativa de Manuel da Silva Neves. Inaugurado no dia 14 de Outubro de 1897, foi desde o início um espaço vocacionado para a apresentação de espectáculos de cariz popular: do “circo de cavalinhos” às operetas, do teatro ligeiro ao cinema.

Numa altura em que se encontrava quase exclusivamente remetido à exibição de filmes, a Secretaria de Estado da Cultura avançou para o seu aluguer em finais da década de 1970. O Auditório Nacional Carlos Alberto abria as suas portas no dia 29 de Setembro de 1980, passando a acolher uma programação mais diversificada, aventura que terminaria em Março de 2000 com uma festa sugestivamente intitulada DesANCA – Destruição Sistemática do Auditório Nacional Carlos Alberto. Com a aproximação do evento Capital Europeia da Cultura, o edifício foi adquirido pela Sociedade Porto 2001.

Manter o seu valor simbólico e proceder à actualização da tradição do seu uso foram os desafios assumidos no projecto assinado pelo arquitecto Nuno Lacerda Lopes. Um lugar de cultura com uma forte presença na memória colectiva da cidade, logo, um lugar de escala diversificada que o projecto desenvolveu, com espaços acentuadamente verticais em confronto com outros excepcionalmente horizontais, propondo corpos com materiais opacos e sólidos em oposição à transparência e à desmaterialização de outros, onde palco e plateia se (con)fundem, e onde os espaços perdidos, agora conquistados como foyer, funcionam como uma extensão de uma rua antiga e estreita que nesse interior se transforma em praça. A introdução de novos elementos distingue-se funcionalmente pela utilização de matérias diferentes – do corpo em madeira da administração, à caixa de vidro para a vivência pública e ao paralelepípedo de betão que assegura a circulação vertical pela caixa do elevador – que não desprezam a estrutura base e provocam uma necessária imagem de encontro e cruzamento de atitudes estéticas, num convite à intersecção entre a linguagem arquitectónica e a expressão cenográfica. Após um atribulado processo de avanços e recuos, o renovado Teatro Carlos Alberto era finalmente devolvido à cidade na noite de 15 de Setembro de 2003.

Publicado AQUI