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10.8.17

Busto de Joaquim Guilherme Gomes Coelho

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Caro leitor se deseja saber mais sobre este médico que ficou também conhecido pela sua actividade de escritor pode consultar esta página

Se procura saber onde se encontra este busto em bronze o mais simples será procurar na coluna da direita onde se encontra o Largo Professor Abel Salazar na cidade. 


12.7.17

O Cinema Batalha - Por dentro e por fora - 1

cinema Batalha - Porto





O Cinema Batalha volta a estar a ser falado na cidade. Anteriormente já foi abordado várias vezes aqui em textos ou em palavras.

As imagens aqui publicadas são de 2005 e de 2006. São somente as que se encontravam mais perto nos meus arquivos. 




cinema Batalha (Porto)




eu e o batalha




en attendant


Nos próximos dias aparecerão mais algumas.

5.7.17

Do Foco para a Boavista - 2017

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Com tanta coisa numa só imagem!

Com algumas décadas de distância: Agostinho Ricca e Eduardo Souto Moura. 

Mas para além dos arquitectos também existe um detalhe de uma escultura do Ângelo de Sousa. 

A transição da cidade do século XX para o XXI!

As quatro dimensões da Minha Terra.

 

24.6.17

Rua Helena Sá e Costa - 2017

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 Artigo sobre Helena Sá e Costa

(publicado na Infopédia)


" Professora de música e pianista portuguesa, Helena Moreira de Sá e Costa nasceu a 26 de maio de 1913, no Porto, e faleceu a 9 de janeiro de 2006, na mesma cidade. Neta de Bernardo Moreira de Sá, fundador do Conservatório do Porto, e filha dos pianistas Leonilda Moreira de Sá e Costa e Luiz Costa, também compositor, iniciou os seus estudos muito jovem, primeiramente com os pais e depois com figuras importantes na área da música. Estreou-se no Teatro Nacional de São Carlos, acompanhada de orquestra, com apenas 19 anos.
Em Portugal estudou com o Mestre Viana da Mota, em França (Paris) com Paul Loyonnet e Alfred Cortot e na Alemanha com Edwin Fischer. Este último foi o que mais influenciou a sua carreira, especialmente dedicada a Bach, pela forma inovadora com que interpretava as partituras do compositor.
O seu talento mereceu o reconhecimento de personalidades do mundo das artes, como Ortega e Gassett, Pablo Casals e Lopes-Graça.
Excelente intérprete e pedagoga, granjeou fama internacional como professora, tendo ensinado nos conservatórios de Lisboa e Porto e em várias partes do mundo, como nas masters-classes dos Festivais de Salzburgo, em Karlsruhe e no Texas.
Apaixonada pelas composições de Bach, gravou um disco dedicado ao compositor no âmbito da Porto 2001, capital da Cultura. Para além de compositores estrangeiros como Bach, Debussy ou Ravel, o seu repertório musical inclui também autores portugueses como Carlos Seixas, Lopes-Graça e Bomtempo, não esquecendo o seu próprio pai, Luís Costa.
Foi várias vezes homenageada pela Câmara do Porto, como, por exemplo, em maio de 1996, quando a pianista recebeu a Medalha de Honra da Cidade. Em 2000, foi-lhe atribuído o Prémio Almada.
A 19 de maio de 2000, foi inaugurado, no Porto, o Teatro Helena Sá e Costa, localizado na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, num reconhecido tributo à notável pianista portuense. "



5.4.17

Livraria / Alfarrabista - Rua da Fábrica

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Não só nesta terra os bustos dos poetas são raptados.

Os alfarrabistas também desaparecem.  

O hotel vizinho necessitava de uma entrada de serviço! Porta nova e que se lixem os comércios.

E os livros? Onde irão morrer os livros?   

Haverá por aí um Pepe Carvalho com vontade de acender lareiras em fins de tarde de Outono? 

 

4.4.17

Menos um!

Menos um busto na cidade



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A semana passada passei por ali e reparei que o busto do autor do Só tinha desaparecido.

Não fui o único a notar o que tinha acontecido.

O Carlos Romão na sua Cidade Deprimente já tinha assinalado o acontecido. Ele e mais ninguém. 

Depois vieram à baila as pessoas da dita "comunicação social" que felizmente também se passeiam pelos blogues. 

Depois, também, a autarquia saiu do seu silêncio e informou que o Busto em Bronze do António Nobre já lá não estava desde o passado Janeiro.

Fiquei triste. Serei o único que lamenta tal coisa?

Em alguns meses foi o António Nobre na Cordoaria e o Raul Dória no Largo do Dr. Tito Fontes que desapareceram.

Que fazer? O que nos dizem os autarcas e a polícia? Terão ido parar a uma fundição ou encontram-se numa colecção?

De certeza alguns portuenses (e não só) gostariam de saber.


22.12.16

Rua de Ceuta - Painel

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Painel em "Cavan" da autoria de Augusto Gomes



Algumas notas sobre Augusto Gomes

Augusto de Oliveira Gomes nasceu em Matosinhos a 12 de Julho de 1910. Era filho de António Gomes de Oliveira e de Ana Gomes da Silva.

Em 1927 terminou o Curso Geral dos Liceus no Liceu Rodrigues de Freitas, no Porto, e, de seguida, matriculou-se no Curso Preparatório da Escola Superior de Belas Artes do Porto, com o intuito de cursar pintura.

Ainda estudante, na transição dos anos 20 para os 30, expôs com o grupo + Além.

Em 1931 concluiu o Curso Preparatório na Escola de Belas Artes de Lisboa, para onde se havia deslocado. No ano seguinte, de novo no Porto, deu continuidade aos seus estudos na ESBAP, primeiro no Curso Especial, depois no Curso Superior de Pintura.

Nesta Escola foi aluno dos pintores José de Brito, Acácio Lino e Joaquim Lopes, experimentou o Curso Especial de Escultura (1936/1937) e terminou o curso de Pintura em 1941 com a classificação de 19 valores. Seguir-se-ia uma fase da sua vida dedicada ao ensino.

Entre os anos 30 e 40 lecionou em várias escolas do país (escolas industriais de Bragança, Viana do Castelo e Viseu; na Escola Faria Guimarães, no Porto, e na Marquês de Pombal, em Lisboa), vindo a por fim a esta atividade em 1944 para se dedicar inteiramente à arte.

Nos anos 50 fez duas viagens de estudo (uma a Espanha e França, em 1954, e outra à Bélgica, em 1958) e regressou ao ensino, desta vez ao universitário, na ESBAP. Em 24 de Maio de 1958 foi nomeado professor assistente do 5º Grupo. Em 1962 defendeu Provas de Agregação. E em 22 de Julho de 1964 passou definitivamente a Professor. Durante este ano foi, também, designado membro da Junta Nacional da Educação.

Como professor participou nas exposições Magnas da ESBAP, nas Missões Estéticas de Férias e em viagens de estudo: a Paris, a Bruxelas e a algumas cidades de Itália e de Inglaterra.

Na ESBAP exerceu funções de Bibliotecário, entre 1968 e 1972, as de Secretário, entre 1972 e 1974 e manteve o cargo de professor até à Revolução de 25 de Abril de 1974, altura em que se reformou.
No ano da sua aposentação participou numa exposição coletiva dos artistas do concelho de Matosinhos, que teve lugar no Orfeão de Matosinhos.

Em 1975 esteve representado na Exposição/Levantamento da Arte do Século XX no Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto.

A sua arte distribuiu-se pela pintura, cerâmica, vitral, tapeçaria, mosaico, ilustração, litografia, xilogravura, figurinos e cenografia.
Exemplos da sua versátil e premiada obra são os frescos da capela-mor da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Porto; o mural de cimentos coloridos e pedra, colocado no exterior do edifício Vouga e os mosaicos da fábrica da Companhia União Fabril Portuense, no Porto; o fresco no átrio do Hotel Ofir; o mural no Posto de Turismo de Matosinhos; os painéis do Hotel da Batalha e da Livraria Portugália, no Porto, e do Hotel Porto-Mar, em Matosinhos, e ainda os figurinos e maquetas executados para cenários do Teatro Experimental do Porto, entre 1953 e 1958.

Além dos certames já referidos também expôs no Ultramar e no estrangeiro, nomeadamente no Brasil, onde fez parte da delegação portuguesa à II Bienal de S. Paulo.

Trabalhos seus integram coleções nacionais, do Brasil e dos E.U.A., e figuram nos museus de Bragança e de Luanda e no Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto.

Faleceu em Matosinhos em 28 de Outubro de 1976. 

Texto publicado aqui  

 

14.12.16

Ida ao Museu

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No último feriado resolvi ir ao Museu ver a exposição de 

obras de Amadeo de SouzaCardoso que há um século atrás 

tinham estado presentes numa outra realizada no Salão-



Porém nunca pensei que o acesso fosse tão difícil para os 

peões, já para não falar das pessoas com dificuldades de 

locomoção.



 

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Para aceder a esta exposição percorre-se boa parte das 

salas do Museu. Um olhar mais agudo nota que a 

renovação efectuada nos locais em 2001 sofreu algumas 

infiltrações e que a manutenção não existiu. Aqui e ali 

encontram-se pequenos termoventiladores e raros são os 

desumidificadores.


A Exposição ficará patente ao público até ao fim do ano.

Imagens não há porque














Quando estava diante do painel proibitivo lembrei-me do 

que se passou numa visita da Ministra da Cultura de França 

quando fotografou uma tela no Muséed’Orsay.




Para quem desejar saber em que estado se encontra o 

antigo Velódromo  deixo aqui uma imagem.





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17.9.16

Na esquina da praça Carlos Alberto

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... com a travessa Sá de Noronha (actual rua actor João Guedes).

Prédio onde viveu a família do artista plástico Júlio Resende (Outubro 1917 - Setembro 2011) e de seu irmão o maestro Resende Dias (Abril 1916 - Janeiro 1992). O pai possuía uma loja dedicada à música na dita praça.


11.8.16

16.5.16

Antigo Café Bissau

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Na rua de Cedofeita.

Nos anos sessenta um artista portuense realizou um relevo para a decoração deste café.

Procuro mais elementos sobre o autor assim como sobre o painel. Agradeço que me contactem directamente para a minha conta no gmail ou que deixem uma mensagem nos comentários.

28.4.16

6.4.16

Detalhes

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Entrada do jazigo onde se encontram os restos mortais do realizador Manoel de Oliveira (Manoel Cândido Pinto de Oliveira - 1908 - 2015).

Cemitério de Agramonte


23.3.16

Jazigo da Família Silvestri

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Penso que podemos considerar Arte Pública o painel de azulejos da Igreja do Carmo.

Silvestre Silvestri foi o autor do desenho do mesmo. O painel data somente dos anos 20 do século XX. 

23.2.16

Jazigo da Família de Emílio Biel

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Carl Emil Biel (Annaberg - Baviera, 18/09/1838 - Porto 14/9/1915). Filho de Friedrich Julius Biel e de Wilhelmine Schreiber encontra-se sepultado no talhão não-católico do Cemitério de Agramonte.


7.2.16

Árvore das Virtudes

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A dois de Abril de 1963 teve lugar no terceiro Cartório do Registo Notarial do Porto a escritura de constituição da Árvore - Cooperativa de Actividades Artísticas - SCARL.

Foram dez os outorgantes:

Manuel Pinto

Ângelo de Sousa

Jorge Pinheiro

Carlos Martins

Augusto Carvalho

José Grade

Lima Carvalho

Manuela Delgado

Domingos Pinho

Laureano Ribatua


A Cooperativa de Actividades Artísticas foi o terceiro importante polo cultural a nascer na cidade depois de 1945. Depois do Cineclube do Porto (Clube Português de Cinematografia) em Abril de 1945 e depois do Círculo de Cultura Teatral (T. E. P.) em Fevereiro de 1951.

Apesar das vicissitudes do tempo e do fascismo os três ainda continuam vivos.

Quem disse que a vida associativa na cidade era pobre?