17.3.12

STANLEY HO

050312

Como ninguém tentou a sua sorte no passatempo que estava a decorrer, resolvi apresentar a solução numa nova foto.

O retratado é Stanley Ho

A escultura está situada na rua Dominguez Alvarez.

O autor da escultura é Laureano Ribatua.

Mas a sugestão cá fica. Deixe o carro ali para os lados do Pinheiro Manso. Ganhe um pouco de coragem para atravessar a avenida da Boavista, passe cuidadosamente por esta rua que quase não tem acesso a peões. Ouse subir as escadas que dão acesso a um logradouro inacabado. Voltando as costas à VCI pode admirar esta escultura. Dez minutos ou vinte e descobre um sítio completamente desconhecido da cidade. Para não se perder a foto está localizada.


16.3.12

IGREJA DO FOCO

040312


O traço desta igreja é da autoria do arquitecto Agostinho Ricca. Está integrada num conjunto habitacional por ele concebido nos inícios dos anos 60 do século XX e terminado em 1973. Inicialmente foi conhecido por "Parque Residencial da Boavista", era um empreendimento do Banco Português do Atlântico e da Sociedade de Construções William Graham e situa-se nos antigos terrenos da antiga fábrica Graham cuja frente dava para a avenida da Boavista.

Outros arquitectos estiveram ligados a este projecto, são eles: João Serôdio e José Carlos Magalhães Carneiro.

15.3.12

Escultura 2009



030312




Hoje vou tentar tornar o blog mais lúdico.


Peço aos leitores para:


1. Identificarem o personagem representado nesta escultura.
2. Indicarem o nome do seu autor.
3. Dizerem em que artéria se encontra.


Mas vou tentar ajudar, deixando algumas dicas:


1. A pessoa representada não nasceu no Porto.




(amanhã haverá mais dicas, se precisarem)


As respostas serão publicadas desde que eu possa.


Não há regulamento do concurso porque não há concurso, não há nada a ganhar. Este blogue não tem patricionadores e já não sou afilhado.


Criando este passatempo, ajudo os leitores a fazerem exercício mental e eventualmente físico, se tiverem coragem de procurarem a sua localização, pois só lá se chega a pé.


Boa Sorte, fico a aguardar a vossa participação.


12 horas depois da publicação:
ainda não recebi sugestões, dou uma nova dica:


2. O autor desta escultura também não nasceu no Porto.


15 de Março às 22 horas:


Então ninguém se interessa pelas estátuas que se encontram na cidade? Os alunos de Belas-Artes não conhecem o património portuense ou então (o mais certo) não frequentam o meu blog.


Resolvi publicar a resposta, de qualquer maneira antes do próximo Domingo.
Aqui vai a dica:


3. A artéria onde se situa também tem o nome de um artista portuense (o nome desta artéria (rua, avenida, praça) já foi publicado aqui no blogue.


16 de Março 23horas 54 minutos:


Devido à falta de participação neste primeiro passatempo, é dado por encerrado. A resposta será dada dentro de minutos numa nova mensagem.



8.3.12

Jardim TEÓFILO BRAGA

República


Estátua da República da autoria de Bruno Marques

Este jardim também é conhecido como "jardim da Praça da República".

Breve resumo sobre Teófilo Braga:

"Joaquim Teófilo Fernandes Braga (Ponta Delgada, 24 de Fevereiro de 1843 — Lisboa, 28 de Janeiro de 1924) foi um político, escritor e ensaísta português. Estreia-se na literatura em 1859 com Folhas Verdes. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, fixa-se em Lisboa em 1872, onde lecciona literatura no Curso Superior de Letras (actual Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Da sua carreira literária contam-se obras de história literária, etnografia (com especial destaque para as suas recolhas de contos e canções tradicionais), poesia, ficção e filosofia, tendo sido ele o introdutor do Positivismo em Portugal. Depois de ter presidido ao Governo Provisório da República Portuguesa, a sua carreira política terminou após exercer fugazmente o cargo de Presidente da República, em substituição de Manuel de Arriaga, entre 29 de Maio e 4 de Agosto de 1915."


Pode continuar a ler sobre Teófilo Braga na Wikipédia.


Nota pessoal: É pena que a estátua esteja voltada para Norte. Não só é difícil fotografá-la como apreciá-la. Na verdade ela está virada para o Quartel, não para o cidadão que passa pelo jardim. Deve ser uma das raríssimas estátuas da cidade que está nesta posição. 

29.2.12

Monumento ao empresário

180212

Situada na esquina da avenida de Boavista com a de Gomes da Costa, esta escultura data de 1992 e é da autoria de José Rodrigues.


4 de Maio de 2012: Actualidade: Uma Crónica de Fernando Alves na TSF - a ler ou a ouvir.



22.2.12

Rua QUINZE DE NOVEMBRO

170212

Esta rua anteriormente teve o nome de Travessa da Avenida. (até 1901) 


Como publiquei a rua Rui Barbosa(1) há pouco tempo esta está intimamente ligada, embora muitos portuenses não se preocupem com esta data.


160212

Aqui vai a razão do nome desta artéria:
"A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do imperador dom Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil.
A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país.
Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa(1), Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira."

Podem continuar a ler aqui.

21.2.12

A génese das ruas

110212



À beira dos caminhos construíram-se casas.

As casas foram sendo construídas junto de casas.

Os conjuntos de casas formaram aldeias, vilas e cidades.

Para a circulação dentro da cidade construíram-se ruas e mais ruas, largas ou estreitas, praças e avenidas.

Para facilitar a circulação nas ruas, já no tempo dos romanos, surgiram os passeios para facilitar o trânsito dos peões.


Já no século XXI, as comodidades para os peões parecem ter sido esquecidas, como nesta imagem de um "passeio" na Praça Pedro Nunes na nossa cidade.