18.5.13

Rua DUQUE DE SALDANHA

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Para saber mais sobre João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun pode ir até à Wikipédia.

Não há qualquer dúvida, foi uma personagem muito amada pelos portuenses daí ter dado o seu nome a duas artérias da cidade! Creio que foi e é um caso único.

A outra rua é esta.




17.5.13

Rua do BONFIM

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Esta artéria aparece no Roteiro de 1933 como rua do Poço das Patas. 


Sobre a Freguesia do Bonfim


Outrora periférica, a freguesia do Bonfim cresceu ao longo dos antigos caminhos de Gondomar (Caminho do Padrão de Campanhã, actual Rua do Heroismo) e Valongo e Penafiel (actual Rua do Bonfim); e cresceu em torno do Monte das Feiticeiras, onde fora erguido o cruzeiro da duodécima estação da Via Sacra, também designado do Senhor do Bom Fim e da Boa Morte. A fisionomia do local foi sendo  alterada, sobretudo no século XIX, o que levou à criação da Freguesia do Bonfim, por Decreto de Costa Cabral, de 15 de Dezembro de 1841, desmembrada das vizinhas Santo Ildefonso, Campanhã, Sé. Reinava nessa altura em Portugal D. Maria II, e governava a diocese D. Jerónimo José da Costa Rebelo.

Entre a segunda metade do século XIX e do século XX, surgiram inúmeras fábricas e manufacturas, que fixaram população em bairros operários, criados em novas ruas, rasgadas sobre antigas Quintas, como as de Sacaes ou do Poço das Patas. Aqui e ali alguns palacetes demarcaram-se na paisagem, casas de industrias e comerciantes, por vezes brasileiros de torna-viagem, quase sempre burgueses de grande trato. Nas fachadas destes edificios colocaram-se paineis de azulejos, uns de padrão industrial, outros exempleares únicos, uns lisos e monocromáticos, outros de mil cores com desenhos que misturam estilos fin-de-siécle e arte nova, e que tanto irão caracterizar a freguesia.
Actualmente, as fábricas e manufacturas deixaram de existir dando lugar a outras actividades económicas como o comércio, as instituições bancárias, as pequenas empresas e os serviços.

O edifício da Junta do Bonfim está situada na chamada Quinta dos Cirnes de Francisco Diogo de Sousa Cirne Madureira (um dos conjurados do 24 de Agosto). O palácio foi comprado pela Junta em 1880. A arca de Água do Poço das Patas veio a pertencer ao fidalgo José de Sousa Cirne, proprietário da Quinta do Reimão (século XVI) mais tarde chamada dos Cirnes.

A freguesia do Bonfim é talvez a mais central de todas as que compõem a cidade Invicta. Conta com cerca de 35 mil habitantes e é a mais recente freguesia do Porto. Segundo dados retirados da Câmara Municipal do Porto possui uma área de 292ha. Das quinze freguesias que constituem a cidade do Porto, a freguesia do Bonfim fica em quinto lugar no que diz respeito às freguesias com maior àrea total, destacando-se em 1º lugar Campanhã.

Relativamente ao património, destaca-se a Igreja Paroquial do Bonfim, um belo monumento, dedicado ao Senhor do Bonfim e da Boa Morte. Edificado entre 1874 e 1894, em substituição de uma capela que ali existia desde 1786, esta igreja é um dos muitos símbolos da história desta freguesia. A Fábrica de Manuel Pinto de Azevedo, a Casa-oficina António Carneiro, a Avenida de Camilo, a Quinta de Sacais, o Liceu Alexandre Herculano, a Casa do Poço das Patas (Junta de Freguesia do Bonfim), o Convento de Santo António da Cidade (Biblioteca Pública Municipal do Porto), a Casa Viúva Forbes dos Braguinhas (Escola Superior de Belas-Artes), a Casa dos Viscondes de Gândara e a Quinta Wright (SMAS) são outros espaços que sobressaem no Bonfim, uma freguesia que se desenvolveu ao longo dos anos, situada numa cidade histórica, com inúmeros cartões de visita. Ao nível dos equipamentos de saúde. Além do elevado número de estabelecimentos de ensino, comércio, a freguesia conta ainda com um grande número de colectividades, que cumprem um papel decisivo no desenvolvimento cultural desta freguesia. O Bonfim continua a ter avenidas com árvores centenárias (Avenida Camilo e Avenida Rodrigues de Freitas). Com a chegada do Metro, valorizou-se ainda mais, alargando a sua rede viária e os acessos.






16.5.13

AFONSO COSTA


Afonso Costa não tem rua nem praça, nem mesmo um simples largo na cidade. Afonso Costa está esquecido do Porto? Não é bem assim pois tem uma estátua. Poucos passam por ali a pé. Poucos perdem um pouco de tempo para lerem o que está escrito... infelizmente.


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Escultura da autoria de Laureano Ribatua no Campo vinte e quatro de Agosto.


Sobre Afonso Costa:


Afonso Augusto da Costa (Seia, 6 de Março de 1871 — Paris, 11 de Maio de 1937), conhecido apenas por Afonso Costa, foi um advogado, professor universitário, político republicano e estadista português.
Foi um dos principais obreiros da implantação da República em Portugal e uma das figuras dominantes da Primeira República.

(pode continuar a ler na Wikipédia)



"Matriculou-se na universidade no ano lectivo de 1888-1889, e concluiu a sua formatura em 1894. Foi premiado nos quarto e quinto anos de direito, tomou grau de licenciado em 17 de janeiro de 1895, fez ato de conclusões magnas em 24 e 25 de maio do mesmo ano, e doutorou-se em 9 de junho ainda em 1895. O seu primeiro despacho para o magistério foi em abril de 1896, e em agosto de 1900 foi nomeado catedrático. O dr. Afonso Costa, nome por que é mais vulgarmente conhecido, era considerado como um dos académicos mais notáveis do seu curso e, quando nomeado lente, era o mais novo de todo o corpo catedrático. No exercício da advocacia revelou-se sempre como um dos mais brilhantes ornamentos do foro português moderno.

Também se tem distinguido pelas suas ideias políticas avançadas; em 1897, no Porto, foi um dos homens que saíram a campo a protestar contra o plano do governo progressista de alienação das linhas-férreas do Estado. No comício que então se realizou em 13 de junho na rua do Bonjardim, foi o dr. Afonso Costa um dos oradores mais fluentes, apresentando-se pela primeira vez publicamente ao povo do Porto; e foram tão convincentes as suas palavras, que desde logo ficou considerado um dos mais valiosos vultos do partido republicano. Noutros comícios que se realizaram seguidamente na mesma cidade, também o dr. Afonso Costa tomou parte, sendo os seus discursos sempre ouvidos com o maior interesse e atenção. Quando a peste bubónica se declarou no Porto, no verão de 1899, o regime excepcional das medidas preventivas a que a cidade foi submetida por ordem do governo progressista, determinou contra ele o descontentamento geral da população. Aproximavam-se as eleições de deputados, e o partido republicano do Porto apresentou as candidaturas do dr. Afonso Costa, de Xavier Esteves e de Paulo Falcão. As eleições realizaram-se a 16 de novembro, e depois de grandes lutas entre monárquicos e republicanos, ficaram eleitos os três candidatos apresentados, mas o governo conseguiu que esta eleição fosse anulada arbitrariamente, no tribunal de verificação de poderes. Este facto ainda exaltou mais os ânimos, incitando-os a novas lutas. Em 21 de janeiro de 1900 saiu o primeiro número do jornal republicano O Norte, e os três candidatos eram novamente apresentados ao sufrágio dos eleitores independentes, como o haviam sido anteriormente na Voz Pública. O acto eleitoral realizou-se a 18 de fevereiro seguinte, e a despeito de todas as pressões, o Porto tornou a eleger os três deputados republicanos, facto que em todo o país causou a maior impressão. O dr. Afonso Costa apresentou-se na câmara respectiva como distinto parlamentar, e como um dos mais temíveis inimigos das instituições monárquicas. Orador fluente, os seus discursos eram calorosamente escutados. Caindo o ministério progressista, e subindo ao poder o partido regenerador, procedeu-se à eleição de deputados em 25 de novembro do referido ano de 1900, e o partido republicano apresentou novamente os três candidatos, mas desta vez não foram reeleitos."
No início do ano de 1937 foi indigitado para Grão-Mestre da Maçonaria Portuguesa, cargo que já não chegou a assumir, em virtude de ter falecido.
Faleceu a 11 de Maio de 1937 em Paris, tendo sido sepultado inicialmente em Neuilly-sur-Seine, no jazigo de Robert Burnay, sendo trasladado posteriormente, em 1950, para o cemitério de Cemitério do Père-Lachaise, em Paris.
Os seus restos mortais só em 1971 foram trasladados para Portugal, encontrando-se actualmente em Seia, no jazigo da família.



15.5.13

O HOMEM DO LEME


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O Homem do Leme é uma praia, também um bar virado para o mar. Mas o Homem do Leme é sobretudo uma estátua da autoria de Américo Gomes (1880 - 1964).



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Se deseja saber mais sobre o Homem do Leme pode consultar o blog do Porto e não só que publicou sobre o assunto um artigo muito interessante.



14.5.13

Torre dos Clérigos | 250 anos e ainda jovem

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É quase meio-dia, ao longe apareceram os OVNIs... 


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Enquadrada a torre parece mais maneirinha (!) mas é só impressão


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Fotografei a montra! Oh, logo a nova montra que era segredo de comerciante. De falas mansas e engravatado mete conversa. Não se acreditava que uma pessoa podia usar um outro ponto de vista! Mostrei-lhe a foto mas não lhe disse que vinha parar aqui.

Ouf! Dare-dare. É meio-dia! Os motores de combustão afogam o som dos carrilhões.



Estação de Zoologia Marítima "Dr. Augusto Nobre"

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Outrora também conhecida pelo "Aquário". Fechada ao público desde 1965. Pode saber mais consultando a página da Universidade do Porto.



13.5.13

Rua MONSENHOR FONSECA SOARES

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António Augusto da Fonseca Soares (1891-1976). Fora nomeado pároco encomendado de Massarelos em 1919. É uma das figuras que está na origem da construção da Igreja do Santíssimo Sacramento, situada na rua Guerra Junqueiro.  



12.5.13

CENTRAL TELEFÓNICA DA BOAVISTA

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Esta central telefónica, situada na rua de Agramonte, foi ampliada em 1985. Projecto do arquitecto José Gigante.