26.2.14

Parque de São Roque

labirinto


O denominado, hoje, Parque de São Roque, com mais de 4 hectares, foi adquirido à família Cálem pela Câmara Municipal do Porto em 1979 e foi em tempos parcela integrante da Quinta da Lameira a qual por sua vez resultou da desintegração das parcelas da anterior Quinta da Bela Vista.


A abertura deste jardim ao público fez-se em 20 de Julho 1979. Os jardins ostentam elementos muito em voga no século passado tais como frutas, minarete, sebes, repuxos, fogaréus, etc. 


Um conjunto de peças esculturais foi então instalado pela Câmara Municipal do Porto, no jardim do parque e aí reconstruída uma capela até então existente no Largo Actor Dias, assim como o labirinto de Buxus sempervirens .


O arranjo paisagistico em patamáres dos jardins do parque, mantêm a característica de jardim romântico, aprazível, de devaneio e encantamento.






Ramalde num domingo de Fevereiro

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Acesso reservado



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Porta da antiga casa do Regedor



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Céu azul em carro verde



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As duas igrejas




25.2.14

Rua Pedro Hispano

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(à direita)



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(à esquerda)


Sobre o Pedro Hispano ou Portucalense penso que já toda a gente sabe que foi Papa com o nome de João XXI.

Sobre a rua, em si, tem uma particularidade muito especial. Quando nos anos sessenta do século XX resolveram lá construir um viaduto esqueceram-se completamente dos peões. Ainda hoje há muitas pessoas que arriscam a vida para passar para um lado ou para o outro, infelizmente que a cidade não foi feita para os peões.



24.2.14

Rua de Fez (02)

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A foto data de finais de 2013. Não muito longe da Junta de Freguesia de Nevogilde (ex). 

Ontem notei que muito perto da Junta de Freguesia de Ramalde existe um edifício semelhante. 

Haverá, entre os visitantes deste blogue, alguém capaz de dar mais achegas a este facto? Desde já agradeço.



Passado e Futuro na Avenida do Brasil

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Palavras?

Desleixo por um lado, imaginação pelo outro!




21.2.14

Vestir bem e ...

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Vinda da sua vila transmontana no início dos anos trinta, foi este o primeiro edifício que a minha mãe se recorda da sua chegada à estação de S. Bento.

O texto do reclamo não mudou ao fim de todo este tempo.

Hoje passamos por ali e ele já nada nos diz. Mas ainda me lembro de passar por ali com algumas lojas de fatos e de fazendas com manequins a transbordarem pelos passeios e os caixeiros e outros vendedores a tentarem vender fatos de cotim ou de fioco aos viajantes que chegavam à estação, mais adiante a rua das Flores com as suas lojas de ourivesaria já acolhia uma clientela mais urbana.